01/02/2012

Não foi apenas uma visita protocolar de uma autoridade de alta patente a um hospital Público. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, além de anunciar R$ 6,5 milhões de investimentos no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) para reforma e aquisição de equipamentos, conversou com pacientes e conheceu “in loco” cada uma das unidades internas do hospital.

Gabinete de Imprensa do Governador

Não foi apenas uma visita protocolar de uma autoridade de alta patente a um hospital Público. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, além de anunciar R$ 6,5 milhões de investimentos no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) para reforma e aquisição de equipamentos, conversou com pacientes e conheceu “in loco” cada uma das unidades internas do hospital.


O Hugo é um dos 11 hospitais que integram a estratégia do Ministério da Saúde de qualificar as portas de entrada das urgências e emergências no País, com o programa SOS Emergências. Por meio das portarias federais 3.106 e 2.875, de dezembro de 2011, a unidade vai receber R$ 3 milhões para reforçar o pronto atendimento. O ministro firmou também compromisso com o secretário estadual de Saúde, Antônio Faleiros, de liberar R$ 1,5 milhão para a reforma física do hospital e ainda firmar um novo convênio para transformar a unidade em referência no atendimento a pacientes vítimas de isquemia ou Acidente Vascular Cerebral (AVC).  Enquanto caminhavam pelo hospital, o secretário estadual de Saúde, Antônio Faleiros, relatou a Padilha que há 22 anos, ou seja, desde que foi construído no governo de Henrique Santillo, o Hugo não passou por reforma alguma.


O ministro informou que já foram liberados R$ 200 mil para a constituição do Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar (NAQH), que irá identificar as principais necessidades do hospital. O núcleo será composto por representantes das secretarias de Saúde do Estado, do Município de Goiânia, servidores do Hugo e do Ministério da Saúde. Os recursos do SOS Emergências serão destinados para expansão das redes elétrica e hidráulica e aquisição de equipamentos hospitalares de última geração.


Alexandre Padilha aproveitou alertar à população quanto ao grande número de pacientes atendidos no Hugo, vítimas de acidentes com carro ou moto.


Indagado pelos repórteres a respeito da gestão do hospital por meio de organizações sociais, como quer o governo estadual, o ministro disse que não há nenhum reflexo no programa SOS Emergências. “O que importa é que a  gestão seja pública”, enfatizou, ao explicar que mesmo sendo uma OS, o poder de fiscalização caberá ao Estado.


Alexandre Padilha explicou ainda que, com a implantação definitiva do SOS Emergências, o Hugo será completamente informatizado. Isso vai permitir, segundo o ministro, maior controle do número de consultas, do tempo de espera e da quantidade de leitos disponíveis.


Na saída, acompanhado do prefeito Paulo Garcia, do secretário estadual de Saúde, Antônio Faleiros, e da diretora-geral do Hugo, Ivânia Fernandes, Padilha rubricou uma placa alusiva à vista, fixada no setor de triagem, na qual está escrito que ele se compromete em visitar periodicamente o hospital.


O SOS Emergências foi lançado pelo governo federal, no final de 2011, em solenidade no Palácio do Planalto, que contou com a participação do governador Marconi Perillo. A meta do governo estadual, por meio da parceria com o Ministério da Saúde, é melhorar a qualificação da gestão hospitalar e ampliar o atendimento a usuários em situação de emergência, garantindo um serviço público ágil e humanizado.


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